Sutilmente... Agora vejo como todas as coisas são alvo fácil para o caráter classificatório das pessoas. Em um instante um valor se torna marca. Cravado à pele, virtualmente um campo de onde não se pode mais escapar ou mesmo tramitar por entre outras planificações.
Por que vivemos tão cheios de colocações e limitamos tanto a vida a partir de verdades que
nós mesmos criamos?
Desejo e corpo são enclausurados num modo de ser definido por outrem.
Nada mais faz sentido, a não ser quando ligado ao sentido que nos deram,
Cravamos centenas de cabeças com que intuito?? Compreender, controlar, sentir-se capaz, ou acima do categorizado? Hora de rever os conceitos... as marcas não saem, a dor é presente nas mesmas, que podemos mudar então?
Os campos onde existimos, onde resistimos além das marcas...
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